segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ETERNOS: JOE SIMON



  
    Com a vetusta idade de 98 anos, faleceu no pretérito dia 14 de dezembro em Nova Iorque Joe Simon, um dos decanos dos comics e cocriador do Capitão América. Desaparece assim um dos últimos representantes de uma geração extraordinária de criadores que deu a conhecer ao mundo a chamada Idade do Ouro da banda desenhada norte-americana. É com enorme pesar e respeito que lhe presto aqui a minha homenagem póstuma.
    Leiam mais em http://bdmarveldc.blogspot.com/2011/12/eternos-joe-simon.html

DO FUNDO DO BAÚ



    Publicado no Brasil em junho de 1986 (a Portugal chegaria cerca de 6 meses depois dado o habitual desfasamento editorial) pela Abril Jovem, o Grandes Heróis Marvel nº12 apresentava uma aventura épica de tirar o fôlego. Para salvar a Terra da ameaça do terrível vilão cósmico Esfinge, o Quarteto Fantástico procura a ajuda de um dos seus arqui-inimigos. Nada mais nada menos do que Galactus, o Devorador de Mundos. Isto porque três dos membros do grupo (exceto o Tocha Humana), haviam sido atingidos por um raio que provocava o envelhecimento precoce.
    Leiam mais em http://bdmarveldc.blogspot.com/2011/12/do-fundo-do-bau.html.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

IMUNIDADE POLÍTICA

O repórter Paulo Dentinho, da RTP2 está em Paris e acabou de reportar a decisão condenatória do antigo presidente francês Jacques Chirac, realçando a independência da Justiça, em França.
Paulo Dentinho está a dois passos da residência de José Sócrates. Porque não vai tocar à campainha do apartamento do antigo primeiro-ministro português para lhe perguntar o que pensa da condenação de Jacques Chirac? Ou até mesmo tentar entrevistá-lo à entrada para as aulas em Sciences Po?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

AS MULHERES INTELIGENTES FAZEM A DIFERENÇA NUMA RELAÇÃO

Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle, e foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina. Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama, e assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?
Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem foi muito apaixonado por mim durante muito tempo.
Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?
Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

FILMES DE CULTO: O CORVO




    Decidi falar hoje sobre o filme "O Corvo" (The Crow no original) não por ser uma obra-prima da 7ª arte nem por ser baseado numa obscura banda desenhada. Mas sim porque envolveu um episódio caricato quando tentei vê-lo no cinema e fui barrado à entrada por um zeloso funcionário do Casino da Figueira da Foz. O filme recebera a classificação de maiores de 18 anos em resultado da violência gráfica de algumas cenas e eu, à época, não passava de um miúdo de 16 anos. Embora me fizesse acompanhar de um amigo de maior idade, o sisudo funcionário em questão foi intransigente e não tive outro remédio senão trocar o bilhete e - para não dar o braço a torcer - ir ver o filme dos Flintstones, para gáudio do meu primo de 10 anos que integrava também a pandilha naquela malfadada epopeia cinéfila.
      Claro que, poucos meses volvidos, não tive qualquer problema em alugar "O Corvo" num clube de vídeo e pude finalmente vê-lo no conforto do lar, sem correr o risco de ser novamente desviado para uma qualquer matiné infantil.
     O enredo é sombrio e violento mas é também uma ode ao amor eterno. Tudo começa quando Eric Draven (Brandon Lee, filho do lendário Bruce Lee e que viria a morrer em circuntâncias misteriosas durante a rodagem do filme) e a sua noiva Shelly (Sophia Shinas) são brutalmente assassinados na Noite do Demónio, a noite que precede o Halloween. Um ano depois, Eric regressa do Além para vingar a sua morte e a da sua amada. Nessa sua jornada rumo ao mundo dos vivos, contou com a orientação de um misterioso corvo dotado de poderes místicos.
     Inicialmente, Eric não tem quaisquer recordações da sua vida passada. Ao visitar, porém, o seu antigo apartamento, as suas memórias vêm à tona, assim como uma avassaladora dor causada pela perda de Shelly. Pintando o rosto com uma maquilhagem a fazer lembrar um palhaço sorridente e retorcido, Eric parte na peugada dos seus carrascos.
      Um a um, os assassinos são mortos com requintes de sadismo (como na magistral cena em que Eric crava agulhas nos órgãos internos de um dos facínoras por ordem alfabética). Nessa sua jornada de vingança, conta com a cumplicidade do sargento Albrecht (Ernie Hudson) que tinha também velhas contas a ajustar com o chefão do crime conhecido por Top Dollar (Michael Wincott). 
       A realização de "O Corvo" ficou marcada pela insólita morte de Brandon Lee quando, numa cena de tiroteio, balas reais foram disparadas. Nunca se descobriu quem carregou a arma usada na cena com projéteis reais e por isso muitos especulam que não se tratou de um acidente.
      Alex Proyas foi o realizador escolhido para dirigir este filme baseado na banda desenhada homónima de James O'Barr e segue a linha do universo lúgubre criado em 1989 por Tim Burton em "Batman". Com um orçamento de 6 milhões de dólares, "O Corvo" estreou nas salas de cinema em 1994 e obteve receitas mundiais de bilheteira de 94 milhões de dólares. Entre as várias curiosidades relacionadas com a produção da película, está a "nega" dada por Cameron Díaz quando foi sondada para o papel de Shelly. Na versão australiana, a palavra "fuck" foi censurada o que, dada a frequência com que é pronunciada ao longo dos 102 minutos do filme, deve ter dado uma canseira.
       Se gostam de um bom filme de terror com muita ação à mistura e umas pitadinhas de romance lamechas, "O Corvo" é um clássico a (re)ver. Se são do tipo sensível que desmaia ao ver sangue ou chorou convulsivamente ao ver "Titanic", façam como a minha versão adolescente e vejam "Os Flintstones", "Os Smurfs" ou qualquer outra pessegada inócua.
        Aqui fica o trailer: http://www.youtube.com/watch?v=gA6GYAtvNcs
   

domingo, 11 de dezembro de 2011

FRASES...

"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam, é problema deles.

Bob Marley

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A BANDA DESENHADA QUE EMOCIONOU O MUNDO... Max Gehringer

Quando tu eras bem pequeno...
...eles gastavam horas a ensinar-te a usar os talheres nas refeições...


... ensinaram-te a vestir, a amarrar os cordões dos sapatos, a abotoar a camisa..
...limparam-te quando sujavas as fraldas, ensinaram-te a lavar o rosto e a tomar banho, a pentear os teus cabelos...

...ensinaram-te valores humanos...

Por isso...

...quando eles ficarem velhos um dia...

...quando eles começarem a ficar mais esquecidos e demorarem a responder...

...não te chateies com eles...

...quando eles começarem a esquecer-se de fechar os botões da camisa, de amarrar os cordões dos sapatos...

...quando eles começarem a sujar-se nas refeições...

...quando as mãos deles começarem a tremer enquanto penteiam cabelo...

...por favor, não os apresses... Porque tu estás a crescer aos poucos, e eles estão a envelhecer...

...basta a tua presença... a tua paciência... a tua generosidade... a tua retribuição...

...para que os corações deles fiquem aquecidos...

...se um dia eles não conseguirem equilibrar-se ou caminhar direito...

...segura firmemente as mãos deles e acompanha-os bem devagar respeitando o ritmo deles durante a caminhada... da mesma forma que eles respeitaram o teu ritmo quando te ensinaram a andar...

Fica perto deles... Assim como...

...eles sempre estiveram presentes na tua vida, sofrendo por ti... Torcendo por ti...e vivendo "POR TI"

“Não eduques o teu filho para ser rico, educa-o para ser feliz”.
“Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”(Max Gehringer)